- Quem são vocês?
Perguntou Rock, a Marin e Aeros, parecia estar um pouco transtornado e confuso.
- Acho que séria mais apropriado questionar onde estamos, e de que forma chegamos ate aqui, afinal alguém sabe que local é esse?
Indagava ele aos demais e a si mesmo onde estariam.
Marin deu uma singela olhada nos dois garotos a sua frente, os medindo dos pés a cabeça
- Vocês não deveriam estar aqui, principalmente você loirinho, não deve conseguir nem levantar cinco quilos, eu deveria estar aqui sozinha já que sou a escolhi...
Marin falava rispidamente com os garotos, porem foi interrompida, por um forte clarão de luz branca vinda do domo aos seus pés, um estranho desenho começa a se formar, os três puderam ver sobre seus pés um vitral se revelar, dividido em quatro espaços o chão aos seus pés.
No espaço do canto esquerdo podia se ver, a imagem e Rock sobre um fundo preto e vermelho, seu braço esquerdo estava estendido, sua mão se encontrava fechada parecia segurar algo, mas a imagem do que séria não aparecia.
Na parte central e acima estava a imagem de Aeros sua face era calma e serena suas mãos se encontravam unidas uma sobre a outra posicionadas acima do umbigo, parecia estar com as mãos sobre algum objeto, mas este objeto não aparecia, o seu fundo era verde e possuía uns pequenos círculos sobre sua cabeça, três no total no primeiro a sua direita se encontrava a figura de Peper, a sua esquerda uma silhueta no formato da cabeça de um homem em branco, ao centro no topo o símbolo de uma cruz dourada.
A esquerda estava o vitral de Marin, possuía uma linda gravura da jovem, seus longos cabelos azuis pareciam voar para fora da retratação, sua mão se encontrava esticada assim como a de Rock, parecia querer segurar a mão dele, seu fundo era branco com detalhes em azul escuro, e coberta de estrelas em sua borda.
Porem a parte inferior central se encontrava em branco, e aquilo chegou a preocupa-los, mas a curiosidade de entender o porquê se encontravam retratados naquele vitral se mostrava maior.
Perguntou Rock, a Marin e Aeros, parecia estar um pouco transtornado e confuso.
- Acho que séria mais apropriado questionar onde estamos, e de que forma chegamos ate aqui, afinal alguém sabe que local é esse?
Indagava ele aos demais e a si mesmo onde estariam.
Marin deu uma singela olhada nos dois garotos a sua frente, os medindo dos pés a cabeça
- Vocês não deveriam estar aqui, principalmente você loirinho, não deve conseguir nem levantar cinco quilos, eu deveria estar aqui sozinha já que sou a escolhi...
Marin falava rispidamente com os garotos, porem foi interrompida, por um forte clarão de luz branca vinda do domo aos seus pés, um estranho desenho começa a se formar, os três puderam ver sobre seus pés um vitral se revelar, dividido em quatro espaços o chão aos seus pés.
No espaço do canto esquerdo podia se ver, a imagem e Rock sobre um fundo preto e vermelho, seu braço esquerdo estava estendido, sua mão se encontrava fechada parecia segurar algo, mas a imagem do que séria não aparecia.
Na parte central e acima estava a imagem de Aeros sua face era calma e serena suas mãos se encontravam unidas uma sobre a outra posicionadas acima do umbigo, parecia estar com as mãos sobre algum objeto, mas este objeto não aparecia, o seu fundo era verde e possuía uns pequenos círculos sobre sua cabeça, três no total no primeiro a sua direita se encontrava a figura de Peper, a sua esquerda uma silhueta no formato da cabeça de um homem em branco, ao centro no topo o símbolo de uma cruz dourada.
A esquerda estava o vitral de Marin, possuía uma linda gravura da jovem, seus longos cabelos azuis pareciam voar para fora da retratação, sua mão se encontrava esticada assim como a de Rock, parecia querer segurar a mão dele, seu fundo era branco com detalhes em azul escuro, e coberta de estrelas em sua borda.
Porem a parte inferior central se encontrava em branco, e aquilo chegou a preocupa-los, mas a curiosidade de entender o porquê se encontravam retratados naquele vitral se mostrava maior.
- Mestre Leon jamais disse que existiam outros; e por que esse canto está em branco estou com uma má impressão sobre isso.
Murmurou Marin enquanto pensava no que fazer
- Isso só pode ser um sonho, eu devo ter causado isso quando cheirei orégano, junto com o Neku.
Dizia Rock em alto e bom tom, os outros dois chegaram a olhar pra ele com uma certa estranheza
- Mesmo que seja só um sonho, mesmo que não seja verdade, eu tenho uma certa curiosidade, eu quero descobrir o porque...
Aeros andava sobre o vitral quando pareceu ter encontrado uma resposta, ele apontou em direção ao centro do circulo
...Vejam nossas mãos, cada uma posicionada de uma forma, mas se olharem direito perceberão que todas apontam para o mesmo local, o centro desse vitral, acho que a resposta esta no centro.
Eles se aproximaram do centro em busca de obter alguma resposta, foi quando três pilares brotaram do chão em cada um deles uma arma diferente, uma espada, um escudo e um cetro, mas quando eles ousarão se aproximar das armas foram surpreendido por um grito.
- NÃOOOOO...
A voz era apavorante quase bestial, assim que a voz se calou o espaço em branco do vitral tornou-se negro, e aos poucos queimou em chamas negras, assustados com o grito os três jovens se encontravam agora petrificados ao verem tão estranha situação, devagar as chamas foram se tornando criaturas negras de aparecia semi-humanas, com grandes mãos e de garras pontudas, não possuíam face apenas duas chamas vermelhas no lugar dos olhos, os três jovem ficarão acuados no centro, Marin que pareceu reconhecer as criaturas tomou a liderança.
- Peguem uma arma rápido isso pode parecer um sonho para voces, mas tenham certeza se morrerem aqui não irão acordar nunca mais!
Gritou a garota enquanto pegava o cetro, a arma com que mais se familiarizava.
- Isso só pode ser viajem, nunca mais vou cheirar orégano.
Murmurou Marin enquanto pensava no que fazer
- Isso só pode ser um sonho, eu devo ter causado isso quando cheirei orégano, junto com o Neku.
Dizia Rock em alto e bom tom, os outros dois chegaram a olhar pra ele com uma certa estranheza
- Mesmo que seja só um sonho, mesmo que não seja verdade, eu tenho uma certa curiosidade, eu quero descobrir o porque...
Aeros andava sobre o vitral quando pareceu ter encontrado uma resposta, ele apontou em direção ao centro do circulo
...Vejam nossas mãos, cada uma posicionada de uma forma, mas se olharem direito perceberão que todas apontam para o mesmo local, o centro desse vitral, acho que a resposta esta no centro.
Eles se aproximaram do centro em busca de obter alguma resposta, foi quando três pilares brotaram do chão em cada um deles uma arma diferente, uma espada, um escudo e um cetro, mas quando eles ousarão se aproximar das armas foram surpreendido por um grito.
- NÃOOOOO...
A voz era apavorante quase bestial, assim que a voz se calou o espaço em branco do vitral tornou-se negro, e aos poucos queimou em chamas negras, assustados com o grito os três jovens se encontravam agora petrificados ao verem tão estranha situação, devagar as chamas foram se tornando criaturas negras de aparecia semi-humanas, com grandes mãos e de garras pontudas, não possuíam face apenas duas chamas vermelhas no lugar dos olhos, os três jovem ficarão acuados no centro, Marin que pareceu reconhecer as criaturas tomou a liderança.
- Peguem uma arma rápido isso pode parecer um sonho para voces, mas tenham certeza se morrerem aqui não irão acordar nunca mais!
Gritou a garota enquanto pegava o cetro, a arma com que mais se familiarizava.
- Isso só pode ser viajem, nunca mais vou cheirar orégano.
Disse Rock enquanto pegava a espada e se colocava em posição de ataque, parecia saber muito bem o que fazia segurava o cabo com bastante firmeza, para Aeros sobrou o escudo, ele parecia o mais temeroso de todos e demorou um pouco para pega-lo, diferente de Marin e de Rock que se portavam muito bem, Aeros estava tremendo de medo, mas mesmo assim se colocou a frente dos dois.
- Já que podemos muito bem morrer juntos, poderia pelo menos saber seus nomes? acho que não séria pedir demais, meu nome é Aeros e voces quem são?
Marin puxou Aeros pelo pijama e o jogou para traz de suas costas
- Meu nome é Marin, agora fique para traz loirinho, pelo visto você não sabe lutar, eu cuidarei deles, e você se mantenha vivo.
Rock sorriu e continuou a apontar a espada para os monstros
- Meus amigos me chamam de Rock, já que isso é um sonho você deveria deixar seu herói galante te salvar dos monstros princesa.
Marin não gostou do comentário, principalmente a parte que ele lhe chamou de princesa
- Agora fiquem quietos
Gritou Marin com os dois garotos, enquanto levantava o cetro conjurando um trovão contra alguns monstros que vinham em sua direção, eles não paravam de surgir das chamas, Rock golpeou uma dezena deles, mas para cada inimigo que caia dois se levantavam, Aeros segurou com força o escudo e correu por entre eles derrubando alguns com seus golpes.
Mas seus esforços se mostraram inúteis, o vitral estava tomado por essas estranhas criaturas; como um enxame eles partiram contra os três, os derrubando contra o chão, nem mesmo Rock o mais forte fisicamente, conseguiu se soltar dos muitos que o prendiam.
Por alguns instantes só se ouviu o som das chamas negras, foi então que três faixas de luz surgiram das chamas, as criaturas que os seguravam foram destruídas por essa luz, Marin, Aeros e Rock, reapareciam libertos, suas mãos brilhavam com está forte luz, essas luzes se moldaram em três keyblades de aparências jamais vistas antes.
- Já que podemos muito bem morrer juntos, poderia pelo menos saber seus nomes? acho que não séria pedir demais, meu nome é Aeros e voces quem são?
Marin puxou Aeros pelo pijama e o jogou para traz de suas costas
- Meu nome é Marin, agora fique para traz loirinho, pelo visto você não sabe lutar, eu cuidarei deles, e você se mantenha vivo.
Rock sorriu e continuou a apontar a espada para os monstros
- Meus amigos me chamam de Rock, já que isso é um sonho você deveria deixar seu herói galante te salvar dos monstros princesa.
Marin não gostou do comentário, principalmente a parte que ele lhe chamou de princesa
- Agora fiquem quietos
Gritou Marin com os dois garotos, enquanto levantava o cetro conjurando um trovão contra alguns monstros que vinham em sua direção, eles não paravam de surgir das chamas, Rock golpeou uma dezena deles, mas para cada inimigo que caia dois se levantavam, Aeros segurou com força o escudo e correu por entre eles derrubando alguns com seus golpes.
Mas seus esforços se mostraram inúteis, o vitral estava tomado por essas estranhas criaturas; como um enxame eles partiram contra os três, os derrubando contra o chão, nem mesmo Rock o mais forte fisicamente, conseguiu se soltar dos muitos que o prendiam.
Por alguns instantes só se ouviu o som das chamas negras, foi então que três faixas de luz surgiram das chamas, as criaturas que os seguravam foram destruídas por essa luz, Marin, Aeros e Rock, reapareciam libertos, suas mãos brilhavam com está forte luz, essas luzes se moldaram em três keyblades de aparências jamais vistas antes.
Na mão de Marin uma Keyblade de cristal sua forma lembrava uma chave antiga, por ser muito cumprida, possuía dentes simples e sobre o cabo uma estrela prateada, a lamina da Keyblade de Rock lembrava uma chave codificada de carro tinha sua lamina vermelha e seu cabo negro, trazendo no centro do cabo um peculiar botoom negro com uma caveira branca estilizada desenhada em seu centro, a keybalde de Aeros era dourada, mais parecia uma espada do que uma chave, possuía dentes dos dois lados da lamina, eram grandes e simples, seu cabo era peculiar todo em prata e possuía dois pequenos adereços similares aos dentes da lamina, ficando nos lados opostos dos mesmos, visto pela ponta da lamina os dentes e esses adereços formavam uma cruz.
As criaturas se amotinaram tentando escapar da luz que os três instrumentos emanavam, uma vá tentativa, assim que a luz as tocou eles desapareceram, a luz se dissipou tão logo a ultima chama foi apagada, Aeros e Rock olhavam com estranheza as armas em suas mãos não eram mais as mesmas de antes, ambos sabiam que essas armas representavam, mas mesmo assim se questionavam sobre o fato de serem ou não reais, Marin por sua vez estava resmungando baixo enquanto tocava sua keyblade admirava com sua forma.
- O despertar... Ele não deveria ser dessa forma... Ou deveria?
Aeros estava próximo de Marin e mesmo sem querer acabou ouvindo os resmungos da garota, mas antes que falasse com ela foi surpreendido pelo som de vidro se partindo, ele voltou seus olhos para o chão e notou que na área anteriormente em branco agora aparecia uma figura disforme de uma keyblade completamente negra, a partir de sua ponta começava a se alastrar uma rachadura por toda a extensão do vitral, uma delas correu até o centro onde se encontrava Aeros abrindo um buraco sobre seus pés
As criaturas se amotinaram tentando escapar da luz que os três instrumentos emanavam, uma vá tentativa, assim que a luz as tocou eles desapareceram, a luz se dissipou tão logo a ultima chama foi apagada, Aeros e Rock olhavam com estranheza as armas em suas mãos não eram mais as mesmas de antes, ambos sabiam que essas armas representavam, mas mesmo assim se questionavam sobre o fato de serem ou não reais, Marin por sua vez estava resmungando baixo enquanto tocava sua keyblade admirava com sua forma.
- O despertar... Ele não deveria ser dessa forma... Ou deveria?
Aeros estava próximo de Marin e mesmo sem querer acabou ouvindo os resmungos da garota, mas antes que falasse com ela foi surpreendido pelo som de vidro se partindo, ele voltou seus olhos para o chão e notou que na área anteriormente em branco agora aparecia uma figura disforme de uma keyblade completamente negra, a partir de sua ponta começava a se alastrar uma rachadura por toda a extensão do vitral, uma delas correu até o centro onde se encontrava Aeros abrindo um buraco sobre seus pés
Rock vendo o que acontecia se jogou pelo chão de vidro, agarrando a mão do garoto, Aeros segurou a mão dele com todas as suas forças, mas devido ao nervosismo que passara sua mão estava muito suada e começava a escorregar, Marin percebendo que o chão abaixo de Rock estava prestes a desabar, apontou a keyblade contra Rock.
- Float!
Disse a garota conjurando um feitiço que acertou em cheio o corpo de Rock o deixando mais leve chegando a flutuar sobre o chão, Rock tentou firmar sua mão sobre a do garoto, mas a mão de Aeros continuava escorregadia, no momento que o corpo de Rock subiu um palmo pelo efeito do feitiço, o rapaz de cabelos loiros escapou entre seus dedos, caindo em direção à escuridão sem fim.
Dentro do orfanato no quarto destinado as crianças pequenas, a jovem Peper despertava de seu sono demonstrando grande perturbação, ela correu pelos corredores desesperada indo direção ao quartinho que Aeros ocupava, ao chegar no local deparou-se com uma cama vazia, seus lençóis estavam desarrumados indicando que alguém havia dormido ali, ela colocou a mão no colchão e percebeu que esse ainda se encontrava quente, indicando que alguém estava deitado sobre ele até muito pouco tempo atrás, desesperada ela pegou o travesseiro e o abraçou com todas as suas forças, lagrimas começavam a brotar em seus olhos, ela parou por um instante com os olhos voltados para o nada, remoendo o que teria visto em seu sonho, suas lagrimas caíram e rolaram pelo seu rosto como uma cachoeira.
- Nii-chan, por favor, volte?
Murmurava a pequena garota enquanto deitava encolhida sobre a cama que seu amigo ocupava, ela fechava os olhos com muita força e apertava o travesseiro como se o estivesse abraçando, entre muitas lagrimas e soluços ela fazia um pedido
- Por favor me deixe ver aonde Nii-chan está...Por favor
- Float!
Disse a garota conjurando um feitiço que acertou em cheio o corpo de Rock o deixando mais leve chegando a flutuar sobre o chão, Rock tentou firmar sua mão sobre a do garoto, mas a mão de Aeros continuava escorregadia, no momento que o corpo de Rock subiu um palmo pelo efeito do feitiço, o rapaz de cabelos loiros escapou entre seus dedos, caindo em direção à escuridão sem fim.
Dentro do orfanato no quarto destinado as crianças pequenas, a jovem Peper despertava de seu sono demonstrando grande perturbação, ela correu pelos corredores desesperada indo direção ao quartinho que Aeros ocupava, ao chegar no local deparou-se com uma cama vazia, seus lençóis estavam desarrumados indicando que alguém havia dormido ali, ela colocou a mão no colchão e percebeu que esse ainda se encontrava quente, indicando que alguém estava deitado sobre ele até muito pouco tempo atrás, desesperada ela pegou o travesseiro e o abraçou com todas as suas forças, lagrimas começavam a brotar em seus olhos, ela parou por um instante com os olhos voltados para o nada, remoendo o que teria visto em seu sonho, suas lagrimas caíram e rolaram pelo seu rosto como uma cachoeira.
- Nii-chan, por favor, volte?
Murmurava a pequena garota enquanto deitava encolhida sobre a cama que seu amigo ocupava, ela fechava os olhos com muita força e apertava o travesseiro como se o estivesse abraçando, entre muitas lagrimas e soluços ela fazia um pedido
- Por favor me deixe ver aonde Nii-chan está...Por favor
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